quarta-feira, 16 de junho de 2010

Copa na África: Adoração ao bezerro de ouro?

Quando Moisés em meio ao deserto sobe ao Monte para orar, o povo, cansado de esperar pela sua volta, resolve fabricar um bezerro de ouro. Quando enfim Moisés volta com as Tábuas da Lei, encontra seu povo dançando e pulando em volta do mesmo bezerro.
Seria a Copa do Mundo uma adoração a um bezerro de ouro? A imagem é bem sugestiva! Feita por alguns riquinhos, todos residentes na Europa; em volta, os pobres, todos pulando e adorando esta estátua de ouro. Enquanto isto, nuvens negras pairam sobre o planeta.
Africa, quantos pequeninos estão passando fome e sede? Quantos são doentes ou peregrinos?
A grande sacanagem de Satanás é a sua capacidade de anular movimentos autênticos. Quando surge alguém de peso, ele oferece de início uma forte resistência, mas se ele não consegue derrotá-lo, trata logo de tornar-se amigo, enredando o adversário de modo que perca a sua força. É justamente neste gesto de engrandecer os seus adversários que ele acaba por tirar-lhes o poder. Eles ganham os aplausos, mas a causa pela qual lutaram está longe de ser resolvida. A luta de Nelson Mandela é sem dúvida uma vitória. Mas a miséria que separa brancos e negros continua escancarada. A exploração na Índia de Gandhi, antes feita por ingleses, agora é feita por outros.
Do mesmo modo que tira o poder de Mandela, de Gandhi e de tantos outros, este memo Satanás ilude bilhões de pessoas, levando-as a acreditar que estão seguindo os ensinamentos de Cristo. Mas ele as mantêm sob o seu cabresto. Deixa que as religiões ensinem apenas aquilo que não mexe na estrutura da pirâmide: Os ricos em cima e os pobres embaixo. E saber que Jesus morreu na cruz por causa de um Reino justo!
Então qual é o ensinamento que o Diabo esconde a sete chaves? "Qualquer um de vós se não renunciar a tudo o que possui não pode ser meu discípulo." Lc 14,33
E assim ele vem iludindo a humanidade há milhares de anos. Ele sempre encontra uma brecha, leva a humanidade a acreditar que está seguindo a Lei, até o momento em que chega alguém e o desmascara. Aí começa nova tentativa. Quando estaremos maduros para desmascará-lo definitivamente?
De tão ardiloso que é, ele já colocou na cabeça de seus seguidores, que a humanidade terá de enfrentar o anticristo, que está por vir. E as pessoas acreditam nisto. É como se ele fosse o Cristo e o que vem para resolver definitivamente os problemas fosse o bandido.
Florestas destruídas, águas poluídas, aquecimento global, 1 bilhão de pessoas na linha da pobreza, violências intermináveis, ogivas nucleares pairando sobre nossas cabeças... É isto o Reino de Deus? Os líderes das nações juram sobre as suas bíblias que sim!
Não parece tudo pronto para a volta daquele que foi ao Pai? O que dirá aos líderes e a todas às pessoas que negligenciaram a base dos seus ensinamentos? Será que vai arrancar das Escrituras esta página e rasgá-la, imitando Móisés que quebrou as Tábuas da Lei na frente de seu povo?
O problema de Jesus é mais grave. Moisés ao voltar do Monte Sinai não teve problema de ser reconhecido. Todos sabiam que aquele era o Moisés. Jesus Cristo prevê no Evangelho não só um desvio total de conduta de seu povo, mas pior ainda, ele prevê que o povo não vai mais reconhecê-lo: "Mas quando vier o filho do homem, acaso achará fé sobre a terra?" Lc. 18,8
Jesus Cristo conhece o seu inimigo a tal ponto que sabe exatamente o que ele vai fazer para anular o plano divino. Veja! Depois de levar Jesus à cruz, conseguiu mais tarde tirar o povo do caminho claramente traçado. Como se isso não bastasse, descaracterizou a imagem de Jesus a tal ponto, que jamais pode haver na terra homem parecido com ele. Desta forma, os seus seguidores estão esperando há dois mil anos e vão esperar mais um bilhão de anos alguém que não pode existir. Isto é absolutamente demoníaco, pois que para Jesus a coisa mais natural é ser como ele, pois que todo ser humano foi feito à imagem do Pai: justo (todos os bens do Pai pertencem de modo igual a todos os seus filhos, não há posses), tudo é gratuito (não podeis servir a Deus e ao Dinheiro), não há hierarquia (todos são igualmente importantes). Este é Jesus Cristo: um homem sem posses, que condena o dinheiro e a hierarquia. Os primeiros cristãos são a prática destes valores. Eles são o próprio Jesus Cristo. Se hoje não temos uma sociedade assim, é porque Jesus Cristo está morto.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Declaração

Segundo Jesus Cristo, "qualquer um de vós se não renunciar a tudo o que possui não pode ser meu discípulo." (Lc 14,33)
De acordo com esta lei, eu, Alceu João Gregory, convicto das ideias de Jesus Cristo, renuncio a todas as minhas posses em favor do Reino pregado por Ele.
Desta forma, tudo o que conquistei em bens materiais e tudo o que for conquistado será depositado aos seus pés. Já não são bens particulares, mas universais.
Reinauguro um novo reino. Não um reino fantasioso, posto no além, mas um reino concreto. Eu sou este reino, ainda que do tamanho de um grão de mostarda.
Começa aqui meu aprendizado com Cristo. E a primeira lição que acabo de aprender é esta: Não é possível enxergar nem entrar o mundo Dele sem observar a lei acima. Já não sou deste mundo, estou com Ele em um novo mundo. E este novo mundo há de se espalhar por toda a terra, pois ele é simplesmente maravilhoso. Quem o experimenta não quer mais sair dele. Para experimentá-lo precisei renunciar a muito pouco. Mas mesmo que fosse dono de todas as casas, apartamentos, empresas e terras do mundo, nada se compara a este reino. Esta é a maior sensação de riqueza que já experimentei e é também a maior riqueza que se pode oferecer a alguém.
O livro "Tomai e Comei" no site Mesa do Editor, aberto ao público, é apenas o relato da minha experiência. Mas nenhum livro pode sequer aproximar-se da verdadeira dimensão desta experiência. Não há como escapar à própria experiência para entendê-lo de fato.
Jesus Cristo separou o tempo em antes e depois Dele. Isto já é um fato. Ele disse que sua mensagem seria espalhada pelo mundo todo. Isto já é um fato. Ele disse que sua lei seria observada em toda a terra e vai estabelecer assim um reino justo. Isto ainda não é um fato.
Como é possível ainda a existência de tantas cabeças duras desafiando o poder de Jesus Cristo, zombando Dele? Como podem ser tão cegos, tão estúpidos? Recusam-se a viver num paraíso!

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Reflexões impróprias para o seu Natal

Disciplina é a instrução, a educação. Discípulo é aquele que recebe a instrução, a educação. Os dois andam de mãos dadas, não há um sem o outro.
Por que falar sobre isto no Natal?
Aquele que quer receber a instrução, a educação de Jesus Cristo, ou seja, aquele que quer ser discípulo dele, deve seguir a sua disciplina, deve obedecer as regras dele. E a regra básica, sem a qual não é possível receber as suas instruções, diz o seguinte: "Qualquer um de vós se não renunciar a tudo o que possui não pode ser meu discípulo." (Lc. 14,33) Esta é a cláusula fundamental da disciplina de Jesus Cristo. Os discípulos se submeteram a ela. Os primeiros cristãos se submeteram a ela. Judas tornou-se traidor porque não quis mais se submeter a ela. Pedro se submeteu a esta regra e recebeu as chaves do Reino de Deus. A Igreja Católica Apostólica Romana infringiu esta regra e desligou-se do Reino de Deus pregado por Jesus Cristo. Maomé revoltou-se contra os cristãos que não seguiam os ensinamentos de Cristo, fundou uma nova religião, mas também não se submeteu a esta regra básica do Reino de Deus pregado por Jesus Cristo. Lutero rebelou-se contra a Igreja Católica, mas tampouco observou a regra básica. As milhares de religiões que se ergueram e continuam aflorando observam nos mínimos detalhes os evangelhos, mas nenhuma se submete a esta regra básica. Filtram mosquitos, mas engolem um camelo.
Conclusão: Por mais que levemos os nossos filhos para serem batizados em nome dele, por mais que nos filiemos às religiões para professar o nosso amor por Cristo, por mais que nos recusemos a participar de qualquer religião e insistamos que estamos com ele ao nosso modo, ... por uma questão de inteligência, de lógica, de coerência, de retidão, de ética, somos obrigados a admitir que não há discípulos de Cristo. Sem discípulos não há disciplina cristã, sem disciplina cristã não há aprendizado dos ensinamentos de Cristo, não existe volta de Jesus Cristo, muito menos construção de seu Reino. Por outro lado sem Jesus Cristo, sem discípulos de Jesus Cristo há violência crescente, destruição em ritmo cada vez mais acelerado da vida no planeta terra. Santos são aqueles que apostam sua vida no além, malucos são aqueles que apostam sua vida para que as gerações futuras tenham vida plena na terra. Daí questiona-se: Se o Natal é uma festa em homenagem a ele, qual é o sentido dessa comemoração? Não marca esta festa justamente o triunfo absoluto dos valores contrários à sua disciplina?
Um discípulo de Cristo tem a solução não só para o aquecimento global como também para os males que cobrem a terra. Não adianta querer falar em nome de Jesus Cristo se não nos queremos submeter a sua disciplina. Se nas conferências sobre meio ambiente e aquecimento global pelo menos houvesse um para falar em nome dele! Ele é o único que eu conheço que ensinou com coerência como alcançar a paz, a liberdade, a fraternidade, a igualdade, a justiça social. Penso que é hora de resgatar a verdadeira história deste homem que lutou junto com os que o seguiram de um modo inédito e revolucionário para que avançassemos a um mundo de seres humanos livres e soberanos que preservam o equilíbrio de um planeta ímpar. Quem não quiser usar o nome dele, que fale em nome da justiça, que fale em nome de todas as leis e valores que criam e preservam o equilíbiro da vida em nosso planeta. É a mesma coisa. Não tolero e não suporto mais as aberrações ditas e feitas em nome dele.
Mas deixa estar, tudo tem o seu tempo. De minha parte vou empenhar minha vida na reconstrução da família dos doze. Já que fui eu que os traí. A bandeira dele é esta, a disciplina dele é esta: "Qualquer um de vós, se não renunciar a tudo o que possui, não pode ser meu discípulo." Enganam-se os que consideram isto um voto de pobreza. Trata-se antes de uma vida plena e de uma riqueza coletiva. Esta é a disciplina para quem quer colocar-se ao lado dele, para quem quer construir um Reino justo com ele. Então esta é também a minha disciplina e para todo aquele que quer estar com ele. E quem não está com ele está contra ele, quem não recolhe com ele, espalha."

Obs. Ver filme "A vida desconhecida de Jesus" de Kent Dobson - http://video.msn.com/


Alceu João Gregory

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Com qual destas duas a sua família se parece mais?




Acompanhe uma breve comparação entre estas duas famílias. Vejamos primeiro a família de Jesus. Eles estão reunidos para a construção de um reino justo. Reunidos para cumprir a vontade do Pai. Unidos por causa da mesma idéia. Qual era a condição para fazer parte desta família? Lc 14,33 - "Qualquer um de vocês, se não renunciar a tudo o que possui, não pode ser meu discípulo". Esta é a pedra fundamental do cristianismo. Qualquer um destes doze teve de largar todas as posses para atingir a condição de discípulo e se integrar nesta família. Esta família depois cresceu rapidamente conforme podemos ver em Atos 2, 44-45 - "Todos os fiéis viviam unidos e tinham tudo em comum, vendiam as suas propriedades e os seus bens , e dividiam-nos por todos, segundo a necessidade de cada um" e 4,32-37 "A multidão dos fiéis era um só coração e uma só alma. Ninguém dizia que eram suas as coisas que possuía, mas tudo entre eles era comum.... todos os que possuíam terras ou casas vendiam-nas, e traziam o preço do que tinham vendido e depositavam-no aos pés dos apóstolos..." No cap. 5 de Atos podemos ver claramente que quem não observava esta condição não podia fazer parte desta família.

Esta é a família predestinada a reinar sobre a terra. Nela não há propriedade particular, nela não há hierarquia (o mais importante lava os pés dos demais) e o dinheiro só existe para eles enquanto não fizerem o reino de Cristo prevalecer sobre a terra.
O que sobrou desta família? "No domingo, a família Gregory realizou seu 18º encontro. Na parte da manhã foi celebrada uma missa, na Igreja Matriz. Depois, os familiares se encontraram no Renascença Taquari Tênis Clube, onde foi servido churrasco, seguido de sobremesas variadas." Penso nesses encontros, quando todos se reúnem. Percebo a luta que cada um tem de travar para ter um teto, comprar a sua casa, o seu carro, as suas propriedades, educar os seus filhos e dar segurança para todos. Cria-se sempre aquele clima de expectativa: quem vem com que roupa, com qual carro, com que presentes etc. Penso nos conflitos que a disputa por propriedades gerou e gera entre os próprios familiares...

Para dizer a verdade começo a sentir um mal-estar. Não devia a família Gregory, como família cristã, todo mundo batizado e "fiel" aos ensinamentos de Cristo, não devia esta família refletir o modelo da primeira família cristã?

O espelho em minha frente, o vidro que cobre a mesa da Santa Ceia, aos poucos, reflete a minha verdadeira imagem e começo a entender melhor porque a minha família não é um espelho da família de Jesus. Eu sou aquele que há dois mil anos se afastou desta família e eu ainda lembro bem o motivo. Eu temia pela minha segurança, eu precisava do dinheiro para comprar aquele campo. Que segurança estes doze podem me oferecer? Como vou educar os meus filhos? Comprar o meu carro? Garantir a minha aposentadoria? Fazer as minhas viagens?

Aos poucos a minha traição, com a morte da familia de Jesus, foi espalhando os seus frutos pelo mundo afora. Muitos roubos, muitas mortes, prisões, guerras, fome... foram tomando conta deste planeta. O dinheiro e a luta pelas posses hoje definitivamente ameaçam a vida na terra. Aquele campo tornou-se de fato um sinônimo de autodestruição.

Senhor, como queria que a minha família fosse como a tua! A minha traição já custou muito, mas só agora percebo o que ainda está por vir. Tende piedade! Manifesta-te novamente! Reconstrua a tua família! Dá uma chance a este Judas, teu traidor!
Sei que não sou digno de confiança! Não me importo que me atirem pedras, desde que não quebrem o seu próprio espelho! Não permita que mais gerações paquem o preço dos meus erros!
O que há por detrás do 21/12/2012 - Três vezes o número doze. 21, o doze invertido, lembra Jacó e os seus doze filhos, a história antes de Cristo, as doze tribos de Israel. O 12 do mês de dezembro lembra a família de Jesus, o mês do seu nascimento. E o 12 do ano de 2012? Seria ele um sinal da volta desta família que vai enfim encher a terra da sabedoria divina, estabelecendo um reino justo e eterno?


Alceu João Gregory





segunda-feira, 30 de novembro de 2009

O que significa para mim 21/12/2012

Segundo os maias 21/12/2012 é uma data histórica. Um novo começo.
Já ouvi muito sobre esta data. Muitos cientistas fazendo prognósticos e há uma grande expeculação sobre o que pode acontecer de fato.
A minha leitura é a mais simples possível. Não vai acontecer nada de excepcional. Sabemos pelos cientistas que o clima vai continuar esquentando, isto implica em maior incidência de tempestades, furacões e outros desastres naturais. Haverá um agravamento crescente dos problemas já existentes como violência, fome etc.
No entanto, há sim um fato novo e fundamental em torno desta data. A própria história da Bíblia, tanto o Antigo Testamento quanto o Novo Testamento estão marcados pelo número 12. E a data de 21/12/2012 repete o mesmo número três vezes, embora o 21 seja um 12 invertido. No A.T. Jacó teve 12 filhos. José foi vendido. Este que foi vendido salvou depois os outros da fome. Quando Moisés livrou este mesmo povo da escravidão do Egito, eles formaram 12 tribos e assim estabeleceram-se na terra prometida. No N.T. Jesus reúne novamente 12 e começa a caminhada na construção de um reino justo. Um deles, judas, vende-se por trinta moedas de prata e compra um campo para garantir a sua segurança, traindo assim os demais. O grupo dos que ficaram com Jesus cresce, se multiplica e surge assim a comunidade dos primeiros cristãos formada por milhares. Estes reunidos em torno da idéia "da não posse" conforme Lc 14,33 tornam-se uma ameaça concreta para o Império Romano. Por isso esta família é perseguida e aniquilada e nunca mais se reergueu como tal.
O ano 12 do presente milênio é apenas simbólico. Ele simboliza sim o início do fim do mundo em forma de pirâmide marcado pela hierarquia (quem está no topo da pirâmide carrega o menor peso), pelo dinheiro e pela propriedade particular. Este ano marca o nascimento de uma família composta de 12 que pela terceira vez dentro do contexto bíblico está comprometida pela construção de um reino justo conforme os ensinamentos de Jesus Cristo. Estas 12 pessoas porém não são nada santas como se poderia imaginar. Elas reconhecem que são Judas, aquele que traiu Jesus na base de seus ensinamentos, ou seja, abandonaram a família que vivia unida sem posses em troca de dinheiro e propriedades particulares, por julgarem-se assim mais seguros. Estes 12 reconhecem que aquele campo comprado hás dois mil anos multiplicou-se por milhões e tornou-se na verdade um sinônimo de autodestruição.
E por assim estarem unidos em torno da idéia fundamental de Jesus (Lc 14,33), convertidos, entregam as suas posses, as vidas na construção deste Reino Justo e deste modo não vão parar de lutar até que o último dos irmãos que se desligou desta família junte-se com eles em torno desta mesa.
A primeira família de 12 está representada pelo 21, 12 invertido; são as doze tribos de Israel, elas vieram antes de Cristo e em torno delas concentra-se um período histórico bíblico de mais ou menos dois mil anos. A história da segunda família, formada pelo 12 do mês de dezembro, completa também dois mil anos. A história da terceira família, simbolizada pelo 12 do ano 2012, tem seu início neste ano e vai envolver toda a raça humana.
Eu sou apenas o primeiro desta família. Sou aquele que reconhece publicamente ter vendido e traído os ensinamentos de seu mestre. Não sou digno de confiança. Mas se esta é a vontade dele, então assim será. Talvez em 2012 haja 12 judas convertidos e possamos de fato, contra todas as evidências, inaugurar uma nova era.
Judas, o traidor

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Quem é o mais poderoso?

Veja a lista dos mais poderosos: 1. Barack Obama 2. Presidente da China 3. Presidente da Rússia 4. Ben Bernanke ... Carlos S. Helu.... Rupert Murdoch... 37. bin Laden...
Critérios desta lista: 1. Capacidade de agressão: quantas bombas e o poder destas bombas. 2. Poder financeiro: quanto dinheiro 3. Intolerância: Eu sou aquele que jogo bombas e tenho muito dinheiro, se você tentar me ferir, mesmo que seja com um lançamento de um sapato a longa distância ou um pequeno arranhão, você pode ser preso e condenado para sempre. 4. Poder de influência nas idéias do povo.
Estas são as cabeças que discutem os rumos da humanidade. Não é à toa que o nome de Jesus Cristo não aparece nesta lista. Alguém pode dizer: "Mas quase todos são cristãos, Obama jurou sobre a Bíblia no momento da posse!"

Veja porque estes senhores que acreditam estar no poder não podem estar do lado de Cristo.

Poder segundo critérios de Jesus Cristo: 1. Amor ao inimigo: Se enviarem todas as bombas, tanques e arsenais de guerra contra você, contra os que você ama... Pedro, guarda a tua espada, mesmo que te levem o que te é mais valioso.... 2. Amor ao Criador: "Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus." Os que confiam no dinheiro devem receber todo o dinheiro do mundo, em troca devolverão o que pertence ao criador. 3. Perdão: Pregos nas mãos, pregos nos pés... "Pai, perdoa. Eles não sabem o que fazem."

O mundo dos que batem continência para os que se valem do arsenal bélico, do poder financeiro, da intolerância, da exploração, esta pirâmide está prestes a ruir. Quem detem o verdadeiro poder não tem pressa. Deixa primeiro o inimigo mostrar o que sabe. O verdadeiro poder, a capacidade de não agredir mesmo sendo agredido, a consciência de não fazer do templo (a terra) uma casa de comércio e o poder de perdoar, vai instaurar-se à medida que os estragos dos inimigos se agravam: Florestas destruídas, águas e ares poluídos, espécies extintas, aquecimento global, miséria e violência crescentes... Tudo o que Jesus ensinou acontecerá. A parábola do filho pródigo vai se cumprir em escala mundial. Quando restar apenas a lavagem dos porcos, então o filho vai se lembrar de tudo o que tinha na casa do Pai, será a hora de regressar e pedir perdão.
O tempo está a favor dos que amam as idéias de Jesus Cristo e as põem em prática. Cabe a cada um decidir qual dos dois poderes vai apoiar. Não dá para ficar dos dois lados ao mesmo tempo. "Não é possível servir a Deus e ao Dinheiro," às armas e à paz, ao perdão e à prisão... A quem eles pensam que estão enganando?
Estes poderosos citados na lista da revista Forbes têm cada um milhões de seguidores. Se Jesus Cristo voltar a ter apenas doze, se Judas, o traidor, se os dois ladrões crucificados ao lado dele, se alguma prostituta, se algum homossexual, se Barrabás, se um preso, se qualquer um de nós... Se Jesus Cristo novamente tiver apenas doze seguidores, então eles se unirão como os primeiros cristãos e estes poderosos podem lançar todas as forças contra eles, mas não mais conseguirão detê-los. Jesus Cristo é poderoso de fato e vai expulsar todos os ladrões de suas terras sem derramar uma só gota de sangue e sem infringir uma só lei destes que se julgam poderosos. Ele vai reconquistar o que é dele por direito numa guerra justa. Conforme está nas escrituras: "Quando um homem forte e bem armado guarda a sua casa, os bens dele estão em segurança. Mas, quando chega um homem mais forte do que ele e o vence, arranca-lhe a armadura na qual ele confiava, e reparte o que roubou." (Lc. 11,21)

Alceu João Gregory

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Sobre a força dos cristãos

Imaginemos mil soldados de Cristo ressurgindo no dia da ressurreição dos justos. Então eles vão ocupar seus postos na primeira fila, iniciando assim uma guerra definitiva contra o inimigo que há tanto tempo oprime a humanidade e irão construir um reino justo, conforme os ensinamentos daquele que primeiro deu a sua vida por este reino. Sua posição para o confronto final será como foi lá no início: Viviam unidos e ninguém dizia que eram suas as coisas que possuía... Formavam um corpo perfeito e equilibrado, cada célula era de fundamental importância para a saúde deste corpo.
O exército inimigo, por sua vez, vem combater na sua formação tradicional: ele é uma grande pirâmide. Na linha de frente estão os mais fracos. Os últimos a se lançarem no campo de batalha são os causadores da guerra.
Mas qual é o motivo da guerra? Como em qualquer guerra, luta-se também neste confronto final pelo domínio sobre a terra.
Qual sempre foi a estratégia do inimigo para conquistar terras? Enviar os seus exércitos munidos de espadas, rifles, tanques, canhões, bombas, derramar rios de sangue e estabelecer suas leis sobre aquela terra. Todas as nações foram construídas assim.
Qual é a estratégia dos cristãos? Primeiro: Eles abrem mão de suas posses, formando um só corpo e um só espírito. Respeitam assim a primeira condição para ser um discípulo de Jesus Cristo, segundo Lucas 14,33 (Qualquer um de vós, se não renunciar a tudo o que possui, não pode ser meu discípulo). Segundo: eles entendem que o dinheiro é a raiz de todos os males (conforme o apóstolo Paulo) e colocam em prática "dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus". Explico: mil soldados não estão mais preocupados com o que vão comer ou vestir ou com qual carro vão andar, mas estão comprometidos em lutar por um reino que faça a água e o pão chegar de modo equilibrado a todas as células do corpo, espelhando-se no próprio construtor da vida. Nenhuma célula de nenhum ser vivente se comporta de modo egoísta. Então eles pegam o dinheiro que ganham com o seu trabalho, mil soldados vacinados contra o veneno do dinheiro juntam um milhão de reais por mes sem maiores problemas, e aplicam o ensinamento do seu mestre: Dai a César... qual seja, eles dão o dinheiro a quem nele confia e em troca administram o que pertence a Deus. Desta forma expulsam o inimigo das casas, das terras e eles vivem ali o amor a Deus e ao próximo. Estes soldados estão comprometidos em devolver a vinha ao seu legítimo dono, todas as casas, todas as terras estarão no nome dele, Jesus Cristo, de modo que ninguém mais se julgue dono de coisa alguma.
Aqui muitas coisas começam a ficar claras. Entendemos por que Jesus era perigoso para os fariseus e o Império Romano. Entendemos que não é possível vencer os cristãos na base da espada, nenhuma força pode detê-los. Se se matar a todos, não adianta. Um dia vão ressuscitar e aí serão mais fortes ainda. Compreendemos o que significa "Quem tiver deixado casa, mulher, irmãos, pais, filhos, por causa do reino de Deus, não ficará sem receber muito mais durante esta vida e, no mundo futuro, vai receber a vida eterna."
Um cristão, mesmo o menor deles, é absolutamente perigoso para este mundo da grande pirâmide. Ele conhece todos os seus encaixes e sabe todos os passos que precisa dar para destruir esta casa construída sobre a areia. Aqui entendemos porque os romanos continuam vigiando de perto o túmulo do Salvador. Serão apanhados por um erro típico de estratégia. Enquanto eles estão lá vigiando o túmulo do mestre, um discípulo, o menor deles, crê firmemente neste mestre. Este discípulo vai às Escrituras e lá está: "Quem crê em mim fará as mesmas obras que eu e fará ainda maiores."
Por mais que vigiem, por mais que adulterem, nada poderá impedir a ressurreição dos justos.