Páscoa significa passagem.
Passagem dos hebreus pelo Mar Vermelho, libertando-se da escravidão do Egito.
Passagem do espírito de Jesus Cristo para os seus discípulos. Ser ressuscitado é viver as ideias dele.
Quantos de nós estão com ele, o espírito de Jesus Cristo?
Quantos de nós podem afirmar: Estou com ele porque vivo como ele viveu?
"Aquele que afirma estar com ele, deve também viver como ele viveu." Ep. Jo 2,6
Aqueles que esperam a volta dele devem esforçar-se mais e mais para se aproximar definitivamente dele, de modo a formar um só corpo com ele, assim já não precisam implorar para que ele volte, pois estará neles de modo definitivo.
É hora de assumir a nossa responsabilidade e terminar o trabalho iniciado há dois mil anos.
No dia da renovação do mundo [...] Mt 19,28 Perguntar-lhe-ão OS JUSTOS: ‘Senhor, quando foi que te vimos com fome e te demos de comer, ... te demos de beber? Quando foi ... que te acolhemos, nu e te vestimos? .. enfermo ou na prisão e te fomos visitar?’ Responderá o Rei: ‘Em verdade eu vos declaro: todas as vezes que fizestes isto a um destes meus irmãos mais pequeninos, foi a mim mesmo que o fizestes’”. Mt 25,31-46
sexta-feira, 29 de março de 2013
sábado, 16 de março de 2013
Passos lentos e seguros
O desafio de ver novamente 12 reunidos por um reino justo, assim como Jesus e seus discípulos, continua. Já se vão mais de trinta anos caminhando sozinho. Por mais que me esforce não encontro um adepto. Mas como pescador teimoso, não me canso. O tempo está a meu favor. Vou mudando e melhorando as estratégias, de modo que ao final das contas serei bem sucedido. O sonho de minha infância, ao sair de casa com doze anos a procura de um reino justo, não esmoreceu, ao contrário, se fortalece dia após dia, de modo que não estou aqui me queixando, mas publicando a minha vitória pessoal, já que não sou mais um sonho, pois tornei o sonho real em mim mesmo: transformei-me naquilo que procuro. Poderia agora parar e descansar. Mas como um reino justo não pode ser construído com aqueles que se bastam a si mesmos, estou a bem da verdade no início de um longo caminho. Digamos que acabo de sair da casca do ovo e estou pronto para dar os primeiros passos.
Neste caminho da busca por doze justos, agora só faltam mais onze. Sei que há muitos deles por aí e que estão a minha procura assim como eu estou procurando por eles. Sabemos que precisamos nos encontrar. O desejo crescente e a mobilização na direção do encontro aumentam as nossas chances.
Como um pai que há anos espera o regresso do filho, assim preparo a minha casa para recebê-lo. Quero que encontre tudo como deixou, nada fora do lugar. O barco que construímos juntos e nos levava a pescar em alto mar também continua preservado e está pronto para novas aventuras.
Alguém pode estar perguntando "como será ele depois de tantos anos! Seu rosto, suas formas. Viria ele na figura de uma prostituta? Seria um mendigo? Um viciado? Um pescador? Uma criança indefesa? Ou assumiria ele todas essas formas?
Quem o conhece não tem dúvida alguma a este respeito. As suas palavras e os seus atos são claros. Veja Mt 25, 31-46
Neste caminho da busca por doze justos, agora só faltam mais onze. Sei que há muitos deles por aí e que estão a minha procura assim como eu estou procurando por eles. Sabemos que precisamos nos encontrar. O desejo crescente e a mobilização na direção do encontro aumentam as nossas chances.
Como um pai que há anos espera o regresso do filho, assim preparo a minha casa para recebê-lo. Quero que encontre tudo como deixou, nada fora do lugar. O barco que construímos juntos e nos levava a pescar em alto mar também continua preservado e está pronto para novas aventuras.
Alguém pode estar perguntando "como será ele depois de tantos anos! Seu rosto, suas formas. Viria ele na figura de uma prostituta? Seria um mendigo? Um viciado? Um pescador? Uma criança indefesa? Ou assumiria ele todas essas formas?
Quem o conhece não tem dúvida alguma a este respeito. As suas palavras e os seus atos são claros. Veja Mt 25, 31-46
sexta-feira, 15 de março de 2013
Mudança de nome
A partir de hoje o blog "Tomai e Cuidai" passará a ser chamado de "Reino dos Justos" tendo em vista a importância deste conceito nos ensinamentos de Jesus Cristo. Sem justiça não podemos vencer a violência, nem tampouco falar de sustentabilidade.
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
Idéias centrais de artigo publicado em 1935, numa série de oito edições do periódico “Aktion” em Porto Alegre de 1933 a 1936, em alemão.
"Tolstoi e o reconhecimento do anarquismo” – Pierre Ramus
Alceu João Gregory
Segundo o autor Pierre Ramus, a ciência teria a fama de ‘esclarecer’ as pessoas. Mas levando-se em conta que ela oferece esse esclarecimento apenas em forma de hipóteses negativas ou positivas, o povo não teria condições de experimentá-las nem de entendê-las, de modo que não significariam para este nenhuma renovação espiritual nem de consciência crítica. Quantas pessoas estariam em condições de estudar a teoria da criação de Kant e Laplace? Quantos conseguiriam compreender a teoria de Einstein sobre a relatividade? Ou a origem das espécies de Darwin? E aqueles que entenderiam estas coisas, o que saberiam sobre o direito de igualdade de todas as pessoas e raças? Da solidariedade como compromisso de vida da humanidade? Do objetivo principal do ‘eu’ na plena realização de uma vida livre?
A grande maioria dos acadêmicos nada saberia sobre isso. Ou o que é pior: não estariam interessados em saber, porque a sua pseodociência os conduz para uma interpretação meramente mecânica, onde não há espaço para uma inteligência emotiva, de modo que seriam os cientistas que combatem o direito da humanidade na medida em que estariam dando crédito às idiotices das autoridades. Estariam glorificando a brutalidade da violência e do poder, aplaudindo a vitória do mais forte sobre o mais fraco.
O autor questiona a capacidade da ciência de elevar a consciência social ao nível de não reincidir sempre nos mesmos erros, pois o abismo entre a ciência ensinada nas universidades e a que é oficialmente praticada pelo estado seria irreconciliável, assim como o isolamento do povo frente a uma cultura crítica.
Para Pierre Ramus, o grande legado de Tolstoi para a história universal da humanidade estaria em ter mostrado que o caminho do assim denominado ‘esclarecimento’, da ‘formação’ e da ‘educação científica’ para alcançar a verdadeira liberdade passaria na verdade por um grande descaminho, pois quando se imagina ter chegado ao objetivo, só então se percebe o quanto ainda há a ser percorrido.
Como ilustração das ideias de Tolstoi, Pierre Ramus cita a Alemanha de 1935. A esta época não haveria povo mais ‘esclarecido’ do que o alemão. Praticada a gerações, a obrigatoriedade escolar, teria erradicado o analfabetismo. Nenhum povo teria uma literatura tão vasta e tão divulgada; talvez o povo alemão fosse o mais letrado do mundo. Mas nem por isso – ou por isso mesmo – foi vítima dos engodos de um ditador como Hitler. A Alemanha estaria tolerando e suportando a bestialiadade e a desumanidade do nazismo.
A partir deste ponto o autor passa a buscar as razões de tal situação. A única explicação cabível seria esta: O Império Alemão, a Prússia e a República de Weimar seriam produtos de uma tendência de desenvolvimento, que em sua construção autoritária, apesar do seu intelectualismo, teria criado seres desalmados, destruindo seu senso de autocrítica até o ponto de fazer de seus cidadãos meros objetos mecânicos de obediência. Este feito só se tornara possível na medida em que Hitler teria conseguido afastar o povo alemão das autênticas raízes cristãs, sejam elas católicas ou protestantes.
Como se já não bastasse, o esvaziamento dessas religiões através dos ritos, cerimônias e dogmas, Hitler as teria levado ao ponto de serem escravizadas pelo estado. Com razão teria o fanatismo nazista consciência na sua brutalidade de que o Cristianismo autêntico não toleraria qualquer autoritarismo, violência, imperialismo, injustiça, difamação humana, muito menos extermínio.
Neste sentido o Nazismo teria conduzido as massas, facilmente manipuláveis, a um ardor fanático, em prol de uma guerra santa, onde o sacrifício na busca dos objetivos ter-se-ia tornado incondicional. Tolstoi seria o primeiro a ter descoberto o calcanhar de Aquiles da violência, do poder, da autoridade e do domínio. Todos eles teriam como fundamento forças ditas sobrenaturais que prometem a santidade. Seria a teologia que em nome da religião, envolta em mistérios, impenetrável ao espírito popular, que estaria promovendo esta santificação da violência, do poder e do sacrifício. Somente na medida em que o ser humano, desde sua juventude recebe da religião os ensinamentos de obediência perante o poder, o domínio, a violência, a autoridade, ele seria uma obra perfeita do seu criador. Só esta ideologia seria capaz de manter a ordem universal dos estados, da exploração monopolista e da guerra.
O principal mérito de Tolstoi estaria em ter mostrado em suas reflexões que o fundamento de todas as instituições autoritárias repousa sobre uma mentira, ensinada a todas as pessoas. Enquanto acreditarem nesta mentira não seriam livres, pois funcionariam como instrumentos das autoridades e de suas necessidades. Esta mentira consistiria basicamente em uma monumental falsificação do que formaria o verdadeiro sentido e objetivo do cristianismo. Tratar-se-ia de uma falsificação histórica universal do cristianismo, na qual os elementos de visão de mundo do paganismo e do mosaismo reconhecem ambos o domínio, a submissão, a violência, a guerra, como algo agradável a Deus e como necessário; e tudo isso em nome de um cristianismo mumificado sob a tutela do catolicismo e do protestantismo. Apenas o anarquismo estaria em condições de colocar em prática os autênticos valores do cristianismo, já que visa uma organização social sem a interferência de um poder central.
Segundo o autor, Tolstoi é aquele que pela primeira vez teria revelado esta monstruosa falsificação da ideia de Deus e do cristianismo. Em seus ensaios “Mein Glauben” (“No que acredito”), “Kurze Darlegung des Evangeliums” (“Apresentação sucinta dos Evangelhos”), “Kritik der Teologie” (“Crítica à Teologia”) ele teria revelado à humanidade um novo e verdadeiro cristianismo que teria como eixo central a inteligência, capaz de conduzir o ser humano a um mundo pacífico. Cristo não seria superior a outros profetas, como por exemplo Buda. O conceito de Tolstoi sobre o divino se afastaria de qualquer imaginário metafísico, de qualquer espiritismo, de toda teosofia, de qualquer ocultismo e naturalmente de toda teologia e de todo o clero. >
"Tolstoi e o reconhecimento do anarquismo” – Pierre Ramus
Alceu João Gregory
Segundo o autor Pierre Ramus, a ciência teria a fama de ‘esclarecer’ as pessoas. Mas levando-se em conta que ela oferece esse esclarecimento apenas em forma de hipóteses negativas ou positivas, o povo não teria condições de experimentá-las nem de entendê-las, de modo que não significariam para este nenhuma renovação espiritual nem de consciência crítica. Quantas pessoas estariam em condições de estudar a teoria da criação de Kant e Laplace? Quantos conseguiriam compreender a teoria de Einstein sobre a relatividade? Ou a origem das espécies de Darwin? E aqueles que entenderiam estas coisas, o que saberiam sobre o direito de igualdade de todas as pessoas e raças? Da solidariedade como compromisso de vida da humanidade? Do objetivo principal do ‘eu’ na plena realização de uma vida livre?
A grande maioria dos acadêmicos nada saberia sobre isso. Ou o que é pior: não estariam interessados em saber, porque a sua pseodociência os conduz para uma interpretação meramente mecânica, onde não há espaço para uma inteligência emotiva, de modo que seriam os cientistas que combatem o direito da humanidade na medida em que estariam dando crédito às idiotices das autoridades. Estariam glorificando a brutalidade da violência e do poder, aplaudindo a vitória do mais forte sobre o mais fraco.
O autor questiona a capacidade da ciência de elevar a consciência social ao nível de não reincidir sempre nos mesmos erros, pois o abismo entre a ciência ensinada nas universidades e a que é oficialmente praticada pelo estado seria irreconciliável, assim como o isolamento do povo frente a uma cultura crítica.
Para Pierre Ramus, o grande legado de Tolstoi para a história universal da humanidade estaria em ter mostrado que o caminho do assim denominado ‘esclarecimento’, da ‘formação’ e da ‘educação científica’ para alcançar a verdadeira liberdade passaria na verdade por um grande descaminho, pois quando se imagina ter chegado ao objetivo, só então se percebe o quanto ainda há a ser percorrido.
Como ilustração das ideias de Tolstoi, Pierre Ramus cita a Alemanha de 1935. A esta época não haveria povo mais ‘esclarecido’ do que o alemão. Praticada a gerações, a obrigatoriedade escolar, teria erradicado o analfabetismo. Nenhum povo teria uma literatura tão vasta e tão divulgada; talvez o povo alemão fosse o mais letrado do mundo. Mas nem por isso – ou por isso mesmo – foi vítima dos engodos de um ditador como Hitler. A Alemanha estaria tolerando e suportando a bestialiadade e a desumanidade do nazismo.
A partir deste ponto o autor passa a buscar as razões de tal situação. A única explicação cabível seria esta: O Império Alemão, a Prússia e a República de Weimar seriam produtos de uma tendência de desenvolvimento, que em sua construção autoritária, apesar do seu intelectualismo, teria criado seres desalmados, destruindo seu senso de autocrítica até o ponto de fazer de seus cidadãos meros objetos mecânicos de obediência. Este feito só se tornara possível na medida em que Hitler teria conseguido afastar o povo alemão das autênticas raízes cristãs, sejam elas católicas ou protestantes.
Como se já não bastasse, o esvaziamento dessas religiões através dos ritos, cerimônias e dogmas, Hitler as teria levado ao ponto de serem escravizadas pelo estado. Com razão teria o fanatismo nazista consciência na sua brutalidade de que o Cristianismo autêntico não toleraria qualquer autoritarismo, violência, imperialismo, injustiça, difamação humana, muito menos extermínio.
Neste sentido o Nazismo teria conduzido as massas, facilmente manipuláveis, a um ardor fanático, em prol de uma guerra santa, onde o sacrifício na busca dos objetivos ter-se-ia tornado incondicional. Tolstoi seria o primeiro a ter descoberto o calcanhar de Aquiles da violência, do poder, da autoridade e do domínio. Todos eles teriam como fundamento forças ditas sobrenaturais que prometem a santidade. Seria a teologia que em nome da religião, envolta em mistérios, impenetrável ao espírito popular, que estaria promovendo esta santificação da violência, do poder e do sacrifício. Somente na medida em que o ser humano, desde sua juventude recebe da religião os ensinamentos de obediência perante o poder, o domínio, a violência, a autoridade, ele seria uma obra perfeita do seu criador. Só esta ideologia seria capaz de manter a ordem universal dos estados, da exploração monopolista e da guerra.
O principal mérito de Tolstoi estaria em ter mostrado em suas reflexões que o fundamento de todas as instituições autoritárias repousa sobre uma mentira, ensinada a todas as pessoas. Enquanto acreditarem nesta mentira não seriam livres, pois funcionariam como instrumentos das autoridades e de suas necessidades. Esta mentira consistiria basicamente em uma monumental falsificação do que formaria o verdadeiro sentido e objetivo do cristianismo. Tratar-se-ia de uma falsificação histórica universal do cristianismo, na qual os elementos de visão de mundo do paganismo e do mosaismo reconhecem ambos o domínio, a submissão, a violência, a guerra, como algo agradável a Deus e como necessário; e tudo isso em nome de um cristianismo mumificado sob a tutela do catolicismo e do protestantismo. Apenas o anarquismo estaria em condições de colocar em prática os autênticos valores do cristianismo, já que visa uma organização social sem a interferência de um poder central.
Segundo o autor, Tolstoi é aquele que pela primeira vez teria revelado esta monstruosa falsificação da ideia de Deus e do cristianismo. Em seus ensaios “Mein Glauben” (“No que acredito”), “Kurze Darlegung des Evangeliums” (“Apresentação sucinta dos Evangelhos”), “Kritik der Teologie” (“Crítica à Teologia”) ele teria revelado à humanidade um novo e verdadeiro cristianismo que teria como eixo central a inteligência, capaz de conduzir o ser humano a um mundo pacífico. Cristo não seria superior a outros profetas, como por exemplo Buda. O conceito de Tolstoi sobre o divino se afastaria de qualquer imaginário metafísico, de qualquer espiritismo, de toda teosofia, de qualquer ocultismo e naturalmente de toda teologia e de todo o clero. >
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Que vivam os mortos!
Cansado de procurar entre os vivos alguém que estivesse disposto a seguir comigo fielmente os ensinamentos de Jesus Cristo, pedi a ele que me levasse ao mundo dos mortos. E ele me levou. Vi ali uma multidão infinita. Todos apontavam para ele e diziam:
- Mestre, tu és o Senhor da vida! Dá-nos uma segunda chance para mostrarmos aos vivos como os teus ensinamentos salvam.Olhando para mim como quem entende a pergunta, ele disse:
- Qualquer um deles terá uma segunda chance, mas é preciso que alguém do mundo dos vivos dê a vida por eles. Senti então uma tristeza profunda, uma solidão insuportável, como quem espera eternamente por alguém que não vem. Ao ver meu irmão ali não tive dúvidas, dei-lhe a minha vida para que pudesse ter uma segunda chance.
Saímos de lá de mãos dadas, Jesus Cristo, meu irmão e eu.
Mas andando pelas ruas, conversando com as pessoas, não nos veem, nem ao mestre nem ao irmão nem a mim. Perguntei perplexo aos dois:
- Por que não nos veem?
Rindo, me explicaram:
- Somente aquele que desce à mansão dos mortos e/ou aquele que dá a sua vida por amor aos irmãos pode ver e compreender.
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
Qual a missão de um servo de Cristo?
"Eis o meu servo, eu o recebo; eis o meu eleito, nele se compraz minha alma. Pus sobre ele o meu espírito para promover o julgamento das nações. Não clama nem eleva sua voz nem se faz ouvir pelas ruas. Não quebra um caniço rachado nem apaga um pavio que ainda fumega, mas promoverá o julgamento para obter a verdade. Não esmorecerá nem se deixará abater enquanto não estabelecer a justiça na terra. As nações distantes esperam os seus ensinamentos.
Eu o Senhor te tomei pela mão e te chamei para a justiça. Te formei e te constitui como centro de aliança para o povo, luz das nações, para abrires os olhos aos cegos, livrar os cativos da prisão e tirar do cárcere os que vivem nas trevas." (Is 42, 1-7)
Eu o Senhor te tomei pela mão e te chamei para a justiça. Te formei e te constitui como centro de aliança para o povo, luz das nações, para abrires os olhos aos cegos, livrar os cativos da prisão e tirar do cárcere os que vivem nas trevas." (Is 42, 1-7)
terça-feira, 5 de julho de 2011
Cremos no mesmo Deus?
Deus é aquele ao qual obedecemos, para quem ofertamos nossas energias e pelo qual somos capazes de grandes sacrifícios. É aquele pelo qual lutamos do amanhecer até tarde da noite e não nos cansamos nunca de buscá-lo, faça chuva, faça sol. E quando o encontramos, o nosso coração vibra e se fortalece. Quanto mais perto estamos dele, mais o queremos conosco e quanto mais o buscamos com seriedade mais ele fica conosco.
Por isso nossa confiança repousa sobre ele. Nos momentos mais difíceis ele está do nosso lado para nos aquecer, nos dar conforto e segurança. Na sua presença tornamo-nos fortes e não nos deixamos abater.
Qual é o seu Deus senão aquele no qual você mora, no qual você anda, no qual você se concentra? O nosso Deus não pode ser o mesmo porque andamos com Deuses diferentes, moramos em Deuses diferentes e somos comandados por Deuses diferentes. O nosso Deus não se deixa dividir. Porquanto sempre será um Deus injusto que colhe onde não semeou e nunca será todo poderoso.
"Sois Deuses. Sois todos filhos do Altíssimo. Contudo morrereis como simples homens, como qualquer príncipe caireis." (Sl 81?)
Por isso nossa confiança repousa sobre ele. Nos momentos mais difíceis ele está do nosso lado para nos aquecer, nos dar conforto e segurança. Na sua presença tornamo-nos fortes e não nos deixamos abater.
Qual é o seu Deus senão aquele no qual você mora, no qual você anda, no qual você se concentra? O nosso Deus não pode ser o mesmo porque andamos com Deuses diferentes, moramos em Deuses diferentes e somos comandados por Deuses diferentes. O nosso Deus não se deixa dividir. Porquanto sempre será um Deus injusto que colhe onde não semeou e nunca será todo poderoso.
"Sois Deuses. Sois todos filhos do Altíssimo. Contudo morrereis como simples homens, como qualquer príncipe caireis." (Sl 81?)
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