quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Ama os outros como eu te amo



Tudo o que te desejo é que encontres pessoas que te amem como eu te amo. Na verdade, desejo que todos no mundo te amem assim como eu te amo. Podes encontrar muitos que te amem como eu, mas não vais encontrar em lugar algum alguém que te ama mais do que eu. O meu amor por ti é tão grande que não vou parar de vivê-lo intensamente dia após dia e não vou descansar enquanto todos no mundo não te amarem como eu te amo.


Quando este dia chegar, tu terás o mundo a teus pés, porque todos vão fazer o que faço: todos os meus bens sempre serão seus, se sofreres traição não morrerás sem saber quem te traiu, todo traidor vai ajoelhar-se a teus pés e tu poderás castigá-lo como julgares justo e mesmo que apliques os castigos mais terríveis, o que te traiu não deixará de te amar um instante sequer, e nunca mais cometerá o mesmo erro.


Todos estarão pensando em ti o tempo todo e planejando boas obras para que em cada instante encontres alguém que te mande flores, que te dê o melhor carro, que se afaste de ti quando não desejares a sua presença, e mesmo distante, sem os teus afetos, continua praticando boas obras para que os que estão perto de ti não se esqueçam nunca que tu não podes sofrer ferimento algum, seja ele psicológico ou físico.

sábado, 15 de janeiro de 2011

A missão de todo discipulo de Cristo

"Não esmorecerá nem se deixará abater, enquanto não estabelecer a justiça na terra." Is 42, 4


"Nós devemos cumprir toda a justiça." Mt 3, 15


"Ele aceita quem pratica a justiça." At 10, 35

"É nisto que se conhece quais são os filhos de Deus e quais são os do demônio: Todo o que não pratica a justiça não é de Deus..." Jo 3,10


"O injusto faça ainda injustiças, o impuro pratique impurezas. Mas o justo faça a justiça..." Ap 22, 11

Mas o que é a justiça? "Hipócritas, sabeis distinguir os aspectos do céu e da terra, como pois não sabeis reconhecer o tempo presente?  Por que não julgais por vós mesmos o que é justo?" Mt 12, 56-57

É justo crianças morrerem de fome etc etc etc enquanto outros recebem milhões? O que nós discípulos podemos fazer para acabar com isto? Se não creio que posso estabelecer equilíbrio,  justiça (fazer com que todo ser humano tenha vida em abundância) então não conheço os ensinamentos de Jesus. Ou os ensinamentos de Jesus eliminam as injustiças ou eles são uma farsa. No que depender de mim aposto a minha vida de que eles irão eliminar todas as injustiças! 


Se queremos formar com Jesus Cristo um só corpo e um só espírito temos como obrigação estabelecer a justiça na terra. Se esta não é a missão de um discípulo, para que outro motivo Cristo precisa dele?


Pois eu já estou comprometido até o último fio de cabelo com Jesus Cristo. Enquanto tiver um só ser humano passando fome, sede, sem atendimento médico, sendo explorado etc... Enquanto houver um só ladrão, um só preso, uma só traição, enquanto houver uma só violência física ou psicológica contra o menor que seja, eu não vou descansar.


Quem tem esse espírito sinta-se um só comigo, quem não o tem mantenha distância.


"Retirai-vos de mim malditos... Porque tive fome e não me destes de comer; tive sede e não me destes de beber; era peregrino e não me acolhestes; nu e não me vestistes; erfermo e na prisão e não me visitastes." Mt  25, 41-43


Pois eu já sou toda e qualquer criança e todo ser humano que sofre de qualquer um desses males. Se um discípulo não diz nem vive as palavras do seu Mestre, para que precisa então o Mestre do discípulo?


"Fora os cães, os envenenadores, os impudicos, os homicidas, os idólatras e todos aqueles que praticam e amam a mentira." Ap. 22, 15 

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Dois tipos de construtores

Há dois mil anos um pai partiu e deixou a seus filhos o projeto de uma casa a ser construída. Deu-lhes a entender de que só voltaria quando a casa estivesse pronta. Os filhos comprometeram-se com o projeto do pai e por nada deixariam de realizá-lo.


Deixou com eles o projeto, todas as instruções e todo material necessário para a construção da casa. Assim que o pai partiu, os filhos ficaram todos reunidos em torno do projeto e colocaram a mão na massa.


No entanto, um vizinho poderoso começou a perseguir os filhos do pai ausente, pois viu que a casa que estava sendo erguida do lado da dele era muito mais bela. Depois de anos de perseguição, os filhos foram dispersos e já não havia mais clareza quanto ao projeto.


Surgiram assim diversos grupos, cada qual com a convicção de que estava seguindo o projeto original na construção da casa. Mas até o momento, nenhum grupo conseguiu de fato erguê-la.


Há inúmeros grupos e sempre surgem outros, mas a casa a ser construída continua apenas um sonho. Estes grupos encontram-se pelo menos uma vez por semana e pedem ao pai para que volte e os ensine novamente como construir esta casa.


Num belo dia, estes grupos ficaram sabendo de um desconhecido que se pôs a cavar. Durante anos ficou ali no mesmo lugar, sozinho, colocando pedra sobre pedra e afirmava ser aquela a casa do pai que partira. Aqueles que o viam trabalhando de sol a sol, consideravam-no um louco e começaram a caçoar dele, como fizeram com Noé e com Jesus Cristo.


Depois de muitos anos, morreu e até hoje ninguém consegue acreditar que aquela seja a casa a ser construída. Mas o projeto está lá, a espera de um outro maluco que continue a construção.

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Onde está o dono da festa?

        Você, os cristãos conscientes, todos nós sabemos que qualquer ser humano é um sonho de Deus. Sabemos que ele está trabalhando há bilhões de anos para que cada um de nós tenha a sua existência plena. Sabemos também que Jesus Cristo é o sonho de Deus que se tornou realidade. Temos hoje a certeza, graças a Jesus Cristo, de que o sonho de Deus é possível, é real.



         A maior graça que cada um de nós recebeu é a de realizar o sonho de Deus. E este sonho é o de formar um só corpo e um só espírito com ele, como fez Jesus Cristo, abrindo-nos as portas do Reino de Deus.


          Ora, se qualquer um de nós recebeu este potencial (Jesus Cristo nos garante isto: "aquele que crê em mim fará também as obras que eu faço e fará ainda maiores do que estas" Jo 14,12) como é possível que este sonho de Deus tenha se realizado apenas uma vez? Como ousamos celebrar o Natal, o nascimento do menino que realiza o sonho de Deus, o nascimento daquele que nos garantiu que qualquer um de nós pode ser ele, (depois de Jesus Cristo teríamos a obrigação de realizar este sonho), como ousamos celebrar o seu nascimento, se entre os bilhões que somos, não se encontra sequer um para o qual possamos apontar e dizer: "Este é de fato o filho de Deus, aquele que salva a humanidade"? Como ousamos pedir a sua volta, se qualquer um de nós deveria ser ele, o sonho de Deus que teimamos em não realizar?


          Se queremos do Natal algo mais do que uma ocasião de comilança e elevação das taxas de venda, deveríamos levantar algumas questões do tipo: Por que não fazemos daquelas crianças que nascem na pobreza, que morrem sem socorro, que crescem na marginalidade, por que não fazemos delas o nosso Salvador, o nosso Senhor Jesus Cristo? Seria por ventura por que não acreditamos naquilo que ele nos ensinou? "Se fizerdes alguma coisa ao menor que seja é a mim que o fazeis."


            Então nos comportamos como aqueles hipócritas na parábola de Jesus: "Senhor, mande Moisés até nós, para que possamos crer!" Nós hoje estamos pedindo a volta de Jesus. Se não acreditamos nas palavras dele, se não acreditamos que aquelas crianças são ele, se celebramos o Natal, se fazemos a festa, enquanto aquele que dizemos homenagear está morrendo, como justificar o nosso comportamento?


       Até quando Deus terá paciência conosco? Será que precisamos realmente ir até o fundo do posso? Vamos transformar a terra no inferno, comer a lavagem dos porcos, antes de tornarmo-nos discípulos de Cristo? "Qualquer um de vós se não renunciar a tudo o que possui não pode ser meu discípulo." Lc 14,33

domingo, 12 de dezembro de 2010

O custo ainda é muito alto!?

Não sei quantos carros temos hoje poluindo o ar. O que sei é que quando surgir um que não polua, que tenha o mesmo desempenho ou melhor do que este que está no mercado, que tenha um custo de produção e de manutenção igual ou melhor do que o carro que polui, então estes que estão circulando hoje, causando danos, serão descartados e substituídos pelo modelo novo.

O mesmo raciocínio se aplica ao ser humano. Temos o modelo ideal apresentado há dois mil anos, Jesus Cristo. Mas nós continuamos achando que o custo deste modelo é ainda muito alto. Quando aparece alguém com ideais nobres, disposto a investir neste modelo, assim que abre o manual do proprietáro, logo desanima, ao ler a condiçao si ne qua non para entrar neste novo modelo: "Qualquer um de vós, se não renunciar a tudo o que possui, não pode ser meu discípulo." Lc. 14,33 

Quanto tempo ainda vamos ficar quebrando a cabeça para entender este ensinamento precioso? O custo, na verdade, é zero! Melhor do que isto, ganhamos a vida, e vida plena!

domingo, 31 de outubro de 2010

"Eu sou Judas. Voltei para mudar a história!"

Aqui você pode fazer  o  comentário sobre o livro. As suas considerações são importantes, pois numa próxima edição poderei fazer correções, emendas etc. Obrigado.
 
Obs. Dos mil exemplares da 1ª edição já distribuí uns 150 livros.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Meu sonho...

Meu sonho é simples e belo. Vivo nele diariamente. Contento-me em falar dele para quem me der ouvidos. Prefiro, no entanto, ouvir a voz daqueles que têm sonhos. Como é raro encontrar alguém que fale de seus sonhos como se estivesse falando de sua vida.